chego no trabalho, abro meu blog. me deparo com alguns
comentários de uma pessoa anônima admirando o que escrevo. sinto ainda mais
vontade de escrever, mas um sentimento de incapacidade toma conta de mim. “é
preguiça”, diz meu pai. “é medo”, digo eu. medo de dar certo. medo. os elogios
da anônima me fazem emocionar, preencher o que pelas bandas de cá anda vazio.
ao me ler, ela supõe que sofro por um amor, me aconselha vivê-lo de corpo e
alma. anônima que me fez emocionar e acreditar que eu realmente escrevo: vivi
este amor até o último vestígio. e ele foi estraçalhado. e já que fostes tão
coração comigo, deixo de lado meus escrúpulos e limitações e te digo, cá entre
nós, que quem estraçalhou esse amor além do infinito que tanto reguei e cuidei
tem nome. tem nome e é petiça. cabe na palma da mão e aniquila o universo. o
nome da poderosa? droga. te peço, por favor, prezada e já querida anônima, siga
me lendo e me querendo bem. e que esse querer bem seja alimentado a cada nova
sensação, toque, sentimento, essência, tesão, prazer que tu leres. será apenas
sinal do quanto estou bem e recuperando o que perdi por entre essas palavras
tão poéticas que descreveram situações tão dolorosas: o meu amor-próprio.

- Quanto descuido, esqueci de me identificar! rs
ResponderExcluirNada de preguiça ou medo, ok? Vou falar mais uma vez: Você tem futuro!
Sua página já foi incluída em meus favoritos junto à outros blogs que faço questão de ler sempre que tenho um tempinho!
Vocês, blogueiros/escritores, não têm ideia de quanta gente vocês inspiram, de quanta gente que fica atrás do PC ansioso por novas postagens, por novos textos... Novas vivências!
Sucesso, siga em frente!
Abraço fraterno e um final de semana cheio de inspirações!
Gabi