não o conheço pessoalmente. o papo é via internet. não me pergunta como, mas a gente tem química. não sei se é fruto da minha carência. se é coisa de pele, mesmo sem toque. se é coisa do meu santo ter batido com o dele. sei que me excito só de ouvir o nome dele. alexandre é um nome forte em si. agora, melhor do que o nome é poder chamar alexandre de alê, assim, alê, um alê meio gemido.
alexandre é daqueles que te pegam pelo cangote. que sabe a dose da puxada. que infiltra os dedos pelos cabelos suavemente e que, quando tu se entrega àquelas mãos, ele dá aquela puxada que te faz soltar um “ai”, quase um “puxa mais”. e não te beija de primeira. antes, sente o cheiro da tua vontade, do teu hálito já entregue ao desejo de misturar essências. a outra mão te agarra forte, te pressiona contra o corpo dele. a pressão é tanta que te faz querer se mexer. e é exatamente isso que ele quer – que tu se mexa devagarzinho, só pra sentir o membro dele excitado. duro. só pra te enlouquecer. teu rosto enrubesce. não tem por onde sair tanto querer. ele não te beija o pescoço, ele te chupa o queixo. na tentativa se sair daquele tanto, senão tu vai gozar em pleno beijo, tu tenta distanciar os lábios dele que estão úmidos e se divertindo com os teus. tu tenta afastá-los com a delicadeza das mãos, dos dedos. e os dedos entram na dança, são igualmente lambidos. tu não se arrisca a atrapalhar tamanha intensidade. tu está molhada. e não quer abrir os olhos, porque tu não quer que aquilo acabe. ele passa a mão na tua cintura como quem tivesse te moldando e, sem sutileza, te aperta a bunda, assim, enchendo as mãos. mais um gemido te escapa entre os dentes. a esta altura, teu corpo já está tão mole, aquela moleza gostosa que só a excitação proporciona, que não consegue mais raciocinar. alexandre aproveita a molezinha, desgruda o teu corpo do dele e diz um “tenho que ir” mais deslavado do que não sei o que. e tu fica lá, em frangalhos. e ele vai embora. e não quer que tu vá atrás, porque, como bom ariano que é, gosta de dominar a arte da conquista... como se alguma arte fosse necessária depois do estrago que ele fez.

Seus textos são excelentes, garota! Você escreve como há muito tempo não tinha visto.
ResponderExcluirSucesso, sucesso!
- Virei fã.
nossa, obrigada!
Excluireu poderia saber o teu nome para agradecer, né!
mesmo assim, muito, muito, muito obrigada!
abrazote!